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Eternus 9
O Filho do Cosmos
Colecção: Fora de Colecção

Páginas: 68
Ano de edição: 2008
ISBN: 978-989-616-288-7
24,23 €
21,81 €

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Sinopse
Era o princípio, todos os esforços se conjugavam numa luta tenaz contra os mistérios do espaço e do tempo".

A mensagem é mais actual do que nunca: o autor Victor Mesquita foi distinguido com o Troféu Honra do Festival Internacional de Banda Desenhada da Amadora de 2008, o mais prestigiado prémio da BD portuguesa.

Após a edição do clássico da BD nacional de ficção científica Wanya - Escala em Orongo, também premiado pelo FIBDA 2008, era natural que a Gradiva e Victor Mesquita se encontrassem para a edição de Eternus 9. Para muitos a obra maior da BD portuguesa de ficção científica, Eternus 9 teve início na revista Visão.

O primeiro episódio da série, a "origin-story" Eternus 9 - Um Filho do Cosmos foi concluído para publicação em álbum em 1979, conhecendo edições em francês e flamengo.

Trata-se de um marco fundamental da história da banda desenhada portuguesa, com uma força visual tão poderosa, estando ainda muitas das imagens bem presentes na memória de muitos leitores.

2008, ano da celebração nacional da ficção científica na BD, do prémio maior para Mesquita e do troféu para a edição de Wanya pela Gradiva, é o ano da reedição do primeiro episódio da série. Eternus 9 - Um Filho do Cosmos é publicado pela Gradiva, numa edição que apresenta alguns extras relativamente à versão original do álbum de 1979.

O autor trabalha agora na continuação deste álbum de culto, a publicar pela Gradiva em 2009.

Autor(es)
Formado na escola do Mosquito, Diabrete e Mundo de Aventuras (onde se estreou em 1957 com Nos Caminhos do Passado), Victor Mesquita (1939) evidencia-se nos anos 70. A sua carreira na banda desenhada foi sempre repartida com outras artes e ofícios, destacando-se a publicidade e a pintura, áreas cujo nível de exigência em termos de criatividade e técnica, levou para a BD.

Depois de Viriato, no Jacto (1973), inicia a saga dos Navegadores do Infinito no Cinéfilo (1974). Cria e dirige a revista Visão, a partir de 1975, onde publica Matei-o a 24 (com Machado da Graça), Fábula de um Passado Recente (com Zé Paulo), Gemadinha (com André), Vietname - Uma Vitória do Homem (com Machado da Graça), e o início do seu trabalho mais conhecido: Eternus 9. Eternus 9 - Um Filho do Cosmos foi concluído para publicação em álbum em 1979, conhecendo edições em francês e flamengo.

Seguem-se algumas colaborações diversas em publicações como Fungagá da Bicharada, Jornal Kalkitos, Expresso e no álbum colectivo Oito Séculos de História de Portugal.

Mesquita realizou ainda o levantamento da BD portuguesa para a Histoire Mondiale de la Bande Dessinée das edições Pierre Horay.

Regressa aos álbuns de Ficção com Trilogia com Tejo ao Fundo (1995) e com o colectivo O Síndroma de Babel e outras estórias (1996, ano em que assina a imagem gráfica do FIBDA). Em 1998, Mesquita integra a exposição Perdidos no Oceano, colectiva de BD portuguesa apresentada no Festival de Angoulême.

Em 2008, Mesquita foi distinguido com o Troféu Honra do Festival Internacional de Banda Desenhada da Amadora de 2008, o mais prestigiado prémio da BD portuguesa.