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Do Pântano Não se Sai a Nado
Meias Verdades nos Consulados de Salazar e Caetano, no Contexto da Revolução de Abril e na Progressiva Consolidação Democrática
Colecção: Fora de Colecção

Páginas: 144
Ano de edição: 2014
ISBN: 978-989-616-599-4
Capa: Brochado (capa mole)
12,5 €
6,25 €

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Sinopse

Passados todos estes anos, reveladas, enfim, por tantas situações, o carácter, as capacidades e as compreensíveis limitações dos seus protagonistas «oficiais», reforça-se o sentimento ou mesmo a convicção de haver algo ainda por contar na história do 25 de Abril. Terá sido habilmente construído, aquilo que cada vez mais se apresenta como lenda dos capitães de Abril?


A verdade é que vão desaparecendo, sem a narrar, aqueles que poderiam ter contado a verdadeira história. Porventura os seus verdadeiros arquitectos e decisores.


Neste livro, uma personalidade que foi protagonista e teve um convívio privilegiado com os acontecimentos e os actores políticos da época vai mais longe, formulando dezenas de perguntas de difícil resposta sobre razões e consequências de acontecimentos que acompanhou pessoalmente ou dos quais teve conhecimento por fontes fidedignas, perpassando pelos consulados de Salazar e Marcelo Caetano, a crise do Regime da Constituição de 1933, a envolvência da Revolução de Abril, fixando-se concretamente sobre os que terão podido ser, pelas qualidades pessoais e estatuto, os seus verdadeiros mentores, para depois se focalizar em episódios da gradual consolidação democrática e finalizar com uma perspectiva sobre o futuro de Portugal a partir da eleição do próximo Presidente da República.


Ao perfil de personalidades com quem conviveu e à exactidão de factos concretos, muitos dos quais pouco conhecidos da generalidade das pessoas, adiciona a formulação de interrogações que desafiam o leitor a encontrar por si as melhores respostas para ocorrências nunca credivelmente explicadas. Numa linguagem acutilante, visa, como diz,despertar a bela adormecida, enfrentando decididamente as meias verdades que convenientemente foram sendo transformadas em lugares-comuns.


Autor(es)
JOAQUIM SILVA PINTO integrou os governos de Marcello Caetano dos 33 aos 39 anos, numa preocupação renovadora. Foi próximo de Melo e Castro e Pinto Leite. Em 1975, passou a viver em Madrid, começando como empregado e evoluindo com sucesso nos meios empresarial e associativo. Regressado a Portugal em 1981, colaborou em grandes empresas, que apoiou na área da internacionalização.

Como dirigente associativo, dentro e fora das nossas fronteiras, participou também em realizações dedicadas às problemáticas das PME e indústrias criativas. Docente universitário, especializou-se em organização empresarial. Após intervir no MASP, voltou à política activa durante cinco anos, sendo deputado à Assembleia da República e líder de bancada na Câmara Municipal de Oeiras. Veio a afastar-se do PS em oposição frontal a Sócrates. Prossegue a sua actividade empresarial como administrador nas áreas financeira e comercial. Tem presentemente 81 anos e assume-se publicamente favorável ao envelhecimento (amadurecimento) activo.

Tem já publicadas pela Gradiva as obras Do Pântano Não Se Sai a Nado, Portugal - Desalento e Esperança e Vale a Pena Não Ter Medo - Personagens de Quase Ficção.