Do prefácio de Luís Pedro Nunes:
«Fazer-se pipocas com telemóveis? Este livro mostra, acima de tudo, e de forma elegante, conhecedora e humorística, a estrutura e funcionamento do pensamento pseudocientífi co. Era assim há dez anos e é assim agora. As bases são as mesmas. Mostra como todos, de uma forma ou de outra, tendemos para ele: indivíduos normais, elites, jornalistas. Mostra como há um encanto primevo, uma atracção para o pensamento mágico, que tendencialmente ofusca a nossa racionalidade. Aliás, foi pena não ter lido este livro há uma década. Teria poupado substancialmente em consumo de cápsulas antioxidantes que, julgava eu, me conservaram assim jovem. Talvez tenha sido o creme de baba de caracol então.»